Pentelho no site do Speedy (olha a merda que dá… kkkk)

outubro 17, 2008 às 5:13 pm | Publicado em boteco, brasil, diversão, usuario final | 2 Comentários
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Pentelho no site da Telefonica/Speedy. Convenhamos, o atendimento lixo deles merece…

Clique nas imagens para ampliar e conseguir ler. 

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Esses gringos…

junho 10, 2008 às 8:11 pm | Publicado em boteco, brasil, burrice, problema | 4 Comentários
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O Brasil é mais um “país-zinho” de merda da América Latina. Pobre, latino, cheio de bandido e com uma população tosca que se sai de casa, paga metrô, ônibus, trem e vai protestar na casa da Isabella – mas não protesta contra a roubalheira em Brasília.

O que você acha que um americano de Kansas City estaria fazendo no Brasil, então?

Não responda turismo sexual.

Deixa eu explicar. Faz um mês, estava eu perto da estação São Joaquim do Metrô aqui em São Paulo. Nunca vou pra lá, mas tinha uma prova ali perto no dia. Tava andando tranquilamente pela rua naquela noite de quarta-feira e eis que um americano de cabelo loiro, ruim, aparência de mendigão vem pedir ajuda.

E lá fui eu todo disposto a passar uma imagem “melhorzinha” do Brasil pro cara: puxei papo, perguntei o que tinha acontecido. O cara está no Brasil há mais ou menos 3 meses e já está vivendo as grandes emoções de sua vida!

O maluquinho tinha acabado de ser assaltado, os bandidos levaram todos os documentos do infeliz, sem contar no dinheiro e no papelzinho onde ele marcava os endereços e frases práticas em português. O cara ficou seco, tava perdido no centro da cidade, não sabia falar português, queria voltar pro “alojamento” no Morumbi.

Levei o cara dentro de um McDonald’s e mais conversa. Papo vai, papo vem e o cara tinha ido na Polícia Federal, registrou um BO e pediu ajuda pra voltar pra casa. O policial, é claro, foi muito útil e específico quanto às possíveis resoluções:

  • Avisou sobre os perigos do Brasil: “São Paulo é assim mesmo. Acostume-se com a violência
  • Ajudou o sujeito a voltar pra casa: “Você precisa pegar um metrô e dois ônibus”
  • Provavelmente deu informações extras: “Uga Uga. Brasil Uga Uga Assalto” (Mr. Steve não entendeu esta parte)

Bem. Me invejem! (Ou não). Eu dei uma de Deus e salvei o cara das outras ciladas do Brasil. Dei 15 reais pra ele pegar um táxi e voltar pra casa. Ele falou que iria mandar uma secretária me pagar de volta, era só dar o endereço pra ele. Não sei se fico esperando o dinheiro ou a secretária…

PS: Tá bom, eu sou um otário e o cara me roubou.

PS2: O cara estava no Brasil pra dar aulas de literatura numa escola americana no Morumbi. Aham…

Foda-se…..

março 12, 2008 às 9:32 am | Publicado em boteco, diversão, saude | 5 Comentários
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Well…

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”? O “foda-se!”, aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.Reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então FODA-SE!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? “Foda-se!” O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se! (…)
Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “PRA CARALHO”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de Cerveja pra caralho, entende? No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “NEM FODENDO!” O “Não, não e não!” e tampouco e nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, absolutamente não!” o substituem. O “Nem fodendo!” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.(…) Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a gravata daquele chefe idiota senão com um “é PHD PORRA NENHUMA!” ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e mais recentemente o “prepone” – presidente de porra nenhuma.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um “Puta que pariu!”, ou seu correlato “PU-TA-QUE-O-PA-RIU!!!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça. E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cu!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “VAI TOMAR NO OLHO DO SEU CÚ!!!”. Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cú!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima.Desabotoe a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior Poder dedefinição do Português Vulgar: “Fodeu!”. E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”. Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar. O que você fala? “FODEU DE VEZ!”.

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