Esses gringos…

junho 10, 2008 às 8:11 pm | Publicado em boteco, brasil, burrice, problema | 4 Comentários
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O Brasil é mais um “país-zinho” de merda da América Latina. Pobre, latino, cheio de bandido e com uma população tosca que se sai de casa, paga metrô, ônibus, trem e vai protestar na casa da Isabella – mas não protesta contra a roubalheira em Brasília.

O que você acha que um americano de Kansas City estaria fazendo no Brasil, então?

Não responda turismo sexual.

Deixa eu explicar. Faz um mês, estava eu perto da estação São Joaquim do Metrô aqui em São Paulo. Nunca vou pra lá, mas tinha uma prova ali perto no dia. Tava andando tranquilamente pela rua naquela noite de quarta-feira e eis que um americano de cabelo loiro, ruim, aparência de mendigão vem pedir ajuda.

E lá fui eu todo disposto a passar uma imagem “melhorzinha” do Brasil pro cara: puxei papo, perguntei o que tinha acontecido. O cara está no Brasil há mais ou menos 3 meses e já está vivendo as grandes emoções de sua vida!

O maluquinho tinha acabado de ser assaltado, os bandidos levaram todos os documentos do infeliz, sem contar no dinheiro e no papelzinho onde ele marcava os endereços e frases práticas em português. O cara ficou seco, tava perdido no centro da cidade, não sabia falar português, queria voltar pro “alojamento” no Morumbi.

Levei o cara dentro de um McDonald’s e mais conversa. Papo vai, papo vem e o cara tinha ido na Polícia Federal, registrou um BO e pediu ajuda pra voltar pra casa. O policial, é claro, foi muito útil e específico quanto às possíveis resoluções:

  • Avisou sobre os perigos do Brasil: “São Paulo é assim mesmo. Acostume-se com a violência
  • Ajudou o sujeito a voltar pra casa: “Você precisa pegar um metrô e dois ônibus”
  • Provavelmente deu informações extras: “Uga Uga. Brasil Uga Uga Assalto” (Mr. Steve não entendeu esta parte)

Bem. Me invejem! (Ou não). Eu dei uma de Deus e salvei o cara das outras ciladas do Brasil. Dei 15 reais pra ele pegar um táxi e voltar pra casa. Ele falou que iria mandar uma secretária me pagar de volta, era só dar o endereço pra ele. Não sei se fico esperando o dinheiro ou a secretária…

PS: Tá bom, eu sou um otário e o cara me roubou.

PS2: O cara estava no Brasil pra dar aulas de literatura numa escola americana no Morumbi. Aham…

Como virar um corujão funcional

março 7, 2008 às 1:58 pm | Publicado em nerdices, problema, saude | 2 Comentários
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O esquema do sono polifásico é, basicamente, tirar vários cochilos durante o dia; ao contrário do sono monofásico praticado pela maioria dos “humanóides normais” que dormem cerca de 8 horas seguidas. É uma boa maneira de dormir pouco sem problemas de sono; ou se você preferir de desfrutar dos benefícios diversos de ficar acordado mais horas por dia.

Muita gente conhecida já foi adepta do sono polifásico. Entre a lista figuram nomes como Churchill, Napoleão Bonaparte, Leonardo da Vinci, Bruce Lee e por aí vai. Embora dormir poucas horas pareça uma agressão à saúde, até os médicos parecem aprovar o sono polifásico, por mais incrível que possa parecer.

A teoria do sono polifásico se baseia na adaptabilidade do corpo humano segundo a qual podemos adaptar o organismo segundo nossas vontades. Levamos, em média, 90 minutos para passar por todos estágios do sono e alcançar a etapa profunda (REM). O segredo do sono polifásico, então, é diminuir o tempo necessário para chegar nesse estágio e ter o máximo de tempo REM em cada cochilada. Assim, depois de cada cochilada a sensação é de estar totalmente descansado, já que o REM é a parte do sono em que o cérebro “descansa”.

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O método do Uberman é o mais xiita dos tipos de sono polifásico. Você deve seguir um “calendário do Uberman”, tirando 6 cochilos de 20 minutos durante o dia a cada 4 horas – embora alguns entendidos não considerem a necessidade de seguir esse intervalo de 4 horas à risca. Inviável? Magina…

Como é muito difícil para uma pessoa poder tirar vários cochilos dessa forma, nasceram outras tabelas de sono polifásico “melhor adaptadas” para o dia-a-dia normal. Uma forma light e interessante é o Core Sleep deste link que consiste de um bloco de sono de verdade (3 horas, por exemplo) + 3 ou 4 cochilos de 20 ou 30 minutos no horário que você quiser durante o dia. É bem mais flexível, mas ainda assim difícil para os urbanóides que saem de casa de manhã e voltam tarde da noite.

Há muitos relatos na Internet sobre pessoas que viraram adeptas do sono polifásico e outras que não conseguiram se acostumar – seja porque não aguentaram o sofrimento dos 15 dias de adaptação ou porque não se sentiram bem em ser “diferente” do normal.

O período de adaptação é complicado MESMO. Esteja preparado para ficar sonolento e improdutivo por alguns dias, talvez semanas. E embora pareça interessante à primeira vista, o maior problema dos que dizem já ter passado pela experiência é ter o já citado “hábito insano“, afinal você estará acordado enquanto todo mundo está dormindo e cochilando enquanto todo mundo trabalha.

Para os workaholics de plantão é uma mão na roda, dormir apenas 4 horas por dia sem sentir sono deve ser fantástico. Vou para a etapa do teste para ver no que dá e coloco os resultados aqui mesmo mais pra frente. Mas, para ser sincero, eu até que gosto de dormir minhas 10 horas diárias…

Tudo que você não sabia sobre o Red Bull

outubro 11, 2007 às 1:16 pm | Publicado em problema, saude | 387 Comentários
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Recebi o seguinte texto de um colega sobre o Red Bull. Achei muito interessante, já que volta e meia consumo o energético. Fiz algumas alterações no texto, coloquei os links e um pouco de opinião.

Tudo aquilo que você sempre suspeitou mas nunca teve certeza

A Red Bull foi criado para estimular o cérebro de pessoas submetidas a um grande esforço físico e em “coma de stress”. Nunca para ser consumida como uma bebida inocente e refrescante.

A Red Bull conseguiu chegar a quase 130 países de todo o mundo com um faturamento anual acima de 21 bilhões de euros na venda de 3 bilhões de latas. Os jovens e o esporte foram os símbolos eleitos pela marca para caracterizar a sua imagem – dois segmentos atrativos que foram cativados pelo estímulo causado pela bebida.

Foi criada por Dietrich Mateschitz, um empresário de origem austríaca, que descobriu a bebida por acaso, durante uma viagem de negócios a Hong Kong , quando trabalhava para uma empresa fabricante de escovas de dentes. É interessante notar que o Dietrich não foi apenas um funcionário mongolóide de uma empresinha de escova de dentes, ele trabalhou em multinacionais gigantes como Procter & Gamble e a Unilever. Outra curiosidade sobre o criador é que ele figura entre a lista dos bilionários e é dono das Ilhas Laucala inteiras no Japão (ele comprou dos Forbes por 7 milhões de libras esterlinas)

Uma lata de 250 ml de Red Bull, contém 20 gramas de açúcar, 1000 mg de taurina, 600 mg de glucuronolactona, 80 mg de cafeína e vitaminas do complexo B.

Mas a verdade desta bebida é outra

A França e a Dinamarca acabam de proibir a venda da bebida por ser um cocktail da morte, devido aos seus componentes de vitaminas misturadas com “glucoronolactone“, substância química altamente perigosa – desenvolvida pelo Departamento de Defesa dos EUA durante os anos 60 para estimular o moral das tropas americanas no Vietnã.

A proibição na França deve-se à grande quantidade de cafeína, à presença da glucuronolactone e da taurina cujos efeitos a longo prazo no organismo humano são desconhecidos. Esse é o ponto de vista da AFSSA – Agence Française de Sécurité Sanitaire des Aliments.

Os efeitos do glucoronolactone eram como se fossem o de uma droga alucinógenea. No caso, era usado para acalmar o stress da guerra. Entretanto seus efeitos no organismo dos soldados foram devastadores: alto índice de enxaquecas, tumores cerebrais e doenças do fígado.

Isso é o que eles fazem com o seu dinheiro: patrocinam eventos de corridas de aviões, têm 2 escuderias de Formula 1 e por aí vaí.

Apesar de tudo, na lata de Red Bull ainda se lê entre os seus componentes: glucoronolactone – catalogado medicamente como um estimulante. Mas o que a lata de RED BULL não diz são as consequências do seu consumo – que estão explicitadas a seguir:

É perigoso tomá-lo se, em seguida, não se fizer exercíco físico, já que a sua função energizante acelera o ritmo cardíaco e pode provocar um infarto fulminante.

O risco de se sofrer uma hemorragia cerebral, porque o RED BULL contém componentes que diluem o sangue para que seja mais fácil ao coração bombear o sangue e assim se poder fazer esforço físico com menos esgotamento.

É proibido misturar Red Bull com álcool, porque a mistura transforma a bebida numa “Bomba Mortal” que ataca diretamente o fígado, levando a zona afetada à incapacidade de jamais se regenerar

Um dos componentes principais do RED BULL é a vitamina B12, utilizada em medicina para recuperar pacientes que se encontram em coma etílico; daí o estado de excitação em que se fica após tomá-lo. É como se estívessemos estado de embriaguez.

O consumo regular de Red Bull provoca uma série de doenças nervosas e neuronais irreversíveis.

Dando uma “googlada” com as palavras-chave: red bull, health, issues, problems, countries, denmark, wiki – são retornados resultados com a proibição do Red Bull em diversos países do mundo (Suíça, Finlândia, Dinamarca, Noruega, França, Uruguai e Islândia). Não é só um país chato que já proibiu a bebida, mas uma série de lugares, entre eles potências econômicas.

Por outro lado, a conclusão pra quem procurou um pouco na Internet é que, na prática, não se sabe muita coisa sobre os efeitos da bebida. No site deles não tem nada documentado, nada esclarecido. Não há efeitos colaterais, não há documentação confiável sobre os supostos efeitos colaterais. Se for seguir o que as fontes dizem, Red Bull é mais um refresco do que um energético.

O que existem são pesquisas de estudantes universitários que analisaram alguns casos isoladamente e publicaram algo a respeito. Apenas com isso, entretanto, é impossível saber se foi a bebida quem causou problema ou algum outro fator relacionado ao ambiente.

O que eu sei é que tomar Red Bull com bebida alcóolica, como vodka e whisky, é uma prática bastante comum e eu, particularmente, nunca vi alguém morrer por conta do consumo de Red Bull – embora já tenha visto alguns problemas psíquicos que podem sim ser relacionados à bebida.

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